Uma maneira diferente de abordar os instrumentos de corda....

...E uma outra concepção da sua pedagogia

 

 

Uma exigência de qualidade

Uma vontade de perfeição

Um investimento profissional

Deseja tocar música, tocar violino...
Mas... descreveram-vos o violino
como um instrumento complexo e difícil !
O solfêjo desencoraja- o !


 


Para vosso prazer !
Estudai o...

Um instrumento mais fácil do que imaginamos

 

Ao ser dado o 1° passo

O violino nunca foi dificil

O segredo está na maneira de o abordar


 

PREÂMBULO






Sou um professor credenciado, aluno de Madame Dominique Hoppenot.

Garanto-vos um ensino de alta qualidade e a realização dos seus objectivos. Todos os alunos que passaram pelas suas mãos tinham problemas técnicos que julgavam insuperáveis, chegando ao ponto de desistir. Foi o meu caso ; ela fez-me ver o violino sob um outro ângulo. Os que não quiseram questionar-se, ficaram nas suas contradiçòes...

Considero irrelevante falar do meu percurso antes do meu encontro com Dominique Hoppenot (ver a êste propósito a rúbrica « Os velhos clichés »). Fui formado par um violinista, membro da Orquesta de Paris, nos anos 60 .

25 anos Dominique Hoppenot aconselhava os seus alunos que queriam dar lições a não trabalharem « baixando os preços ». O ensino da música é uma actividade profissional a cem por cento.

Asseguro que na minha escola nenhum aluno é excluido por não estar « à altura » : cada caso é tratado individualmente e não em relação a um grupo. Nenhum nivel mínimo é exigido no que respeita à técnica e ao solfêjo.

Se sofreu uma desmotivação devido ao ensino tradicional, infelizmente muito difundido em França, baseado no ensino massivo do solfêjo e durante o qual lhe impuseram a dita música clássica o que naturalmente o afastou do violino, saiba que eu não lhe imporei aulas magistrais de formação musical. Estudamos violino e solfêjo ao mesmo tempo. Para além disto, podereis escolher o estilo : clássico, "tzigane", jazz...

As aulas são dadas no domicílio do aluno, (pelo menos enquanto eu tiver energia para me deslocar).

Para terminar, penso ser útil precisar que não sou um professer cheio de amor próprio, autoritário, que lança as partituras pela sala, que réguadas nos dedos quando a posição não está correcta e que faz crises de paranóia ! Nâo, eu não sou assim.

Qualquer que seja a sua idade, pouco importa o fracasso que eventualmente o fizeram passar : nunca é tarde de mais. tem um passo a dar... para seu prazer, estude violino.

Para melhor vos convencer, ofereço-vos uma primeira aula à experiência...

Agora façamos um conhecimento mais profundo : continuai a visita ao meu « site ». Desejo-vos boas vindas... !
 

 


 
 

Um ensino baseado na herança de Dominique Hoppenot e da técnica russa
Dominique Hoppenot teve muitos alunos, entre os quais um grande número de profissionais, mesmo certos solistas que vinham consulta-la com o objectivo de corrigir certas dificuldades técnicas. Ela teve também numerosos críticos.

Tive a sorte de encontrar Dominique Hoppenot em 1982. Durante a primeira lição, depois de me ter imposto dois pontos, o diapasão e a maneira de segurar o arco, ela fez-me compreender que as notas não tinham nenhuma importância, que o texto não era senão um pretexto. Descobri então que o violino se trabalhava a partir do arco e não a partir da mão esquerda.

Um professer atento que se congagra essencialmente ao ensino
Escuta, compreende, analisa, aconselha e é paciente, qualidades essenciais para um pedagogo.

Um ensino diferente
Cheguei à condusão que se os alunos não compreendem , não é porque eles não estejam interessados ou sejam menos dotados para o instmmento, mas porque o professor não está suficientemente atento às necessidades do aluno.

Aprender brincando
Para os pequeninos ensino o violino misturando a imagem e o som : improvisação a partir duma pequena sena ou de um desenho.

Uma outra concepção do solfêjo
Quantas crianças e adultos abandonam o projecto de estudar música por causa da obrigação de estudar solfejo. Parece-me uma aberração inflingir 2 a 3 anos de solfejo a crianças (e mesmo adultos), antes que eles possam tocar um instrumento de música.

Reconciliar o solfêjo com o instrumento
Ensino a tocar violino às crianças e aos adultos a partir de um método confortável e de som óptimo, essencialmente a partir da improvisação : na realidade, tocamos a partitura ao mesmo tempo que a escrevemos. O que acabamos de tocar é seguramente perfeito porque assim o desejamos.
Entáo será fácil explicar como anotar em linguagem musical, o que os alunos acabaram de tocar.

Acabaram as velhas ideias preconcebidas (« Os velhos clichés »)
Ouvi muitas vezes os seguintes argumentos : « o violino é um instrumento difícil, trabalhoso e desencorajador », « vai ranger durante meses », « ides serrar ferro velho », « enquanto tiverdes uma mão esquerda perfeitamente justa, não podereis tocar », « tendes certamente boas ideias musicais mas não as podereis executar enquanto não tiverdes um tocar afinado », « até ao dia de hoje não conseguimos dar uma aula sem estar desafinado », « quando tiverdes adquirido uma mão esquerda perfeitamente justa, podereis então abordar os problemas do arco.

É com este tipo de preceitos que nos damos conta que o tempo passou e que ainda não conseguimos verdadeiramente « tocar » ! Tudo está na maneira de abordar a prática do instrumento. Parto de uma atitude mental baseada no princípio de que tudo é facil. Os problemas técnicos estarão sempre presentes ; é preciso saber dominá-los e, apesar da dificuldade, tocar !

A nota errada chegará mais tarde ou mais cedo ; se tiverdes medo, chegará ainda mais cedo ! Então ... tocai !

Abrir os horizontes da música clássica
Qualquer que seja o tipo de música que quereis tocar... clássica,  jazz, folclórica, « tzigane » ou rock... a técnica de base é a mesma ; o que conta é o que ides fazer dessa técnica.

 

Aulas essencialmente individuais,
nenhum limite de idade nem de conhecimento prévios de solfêjo,
um método diferente de abordar o instrumento,
qualquer que seja o seu objectivo (clássico, rock, jazz, folclore...)

 

De preferência telefone-me :

06.88.22.40.16


 

Todavia, se telefonar lhe é difícil... escreva-me

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